Chuva de granizo muda a programação da quarta-feira na Toca da Raposa II

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Da Toca II

Álvaro Castro


Foto: Cruzeiro/Divulgação

A tarde desta quarta-feira foi de susto e corre-corre no centro de treinamento do Cruzeiro. Devido a uma intensa chuva, com ventos fortes e queda de granizo, o treino que o técnico Adilson Batista comandaria em campo foi cancelado. As atividades foram transferidas para a sala de musculação, onde foi feito um trabalho de reforço muscular.

Os jogadores chegaram a iniciar o aquecimento para a atividade com bola, quando foram surpreendidos pela chuva e correram até a sala de musculação. Já protegidos, eles viram quando começou a cair granizo e a preocupação passou a ser outra.

"Da janela estávamos acompanhando, estava caindo gelo mesmo, muitas pedras de vários tamanhos. E nós ali, naquele momento só ficamos preocupados com o carro. Com medo de amassar o carro, quebrar os vidros", contou o lateral-direito Jonathan.

Houve quem conseguisse se divertir com a situação. “Nada, meu carro está na garagem de casa, eu não vim de carro hoje não. Eles é que estão preocupados com os carros deles”, brincou o zagueiro Thiago Heleno. Felizmente, tudo não passou de um susto. A chuva não foi suficiente para danificar os veículos estacionados na Toca da Raposa II.

Além do patrimônio próprio, os integrantes da comissão técnica tiveram que se preocupar com a reprogramação do trabalho. Para o preparador de goleiros Oscar Rodriguez, o contratempo não atrapalhou a rotina dos arqueiros celestes.

“Chuva de granizo é uma coisa que a gente não pode prever. Por isso achamos por bem colocar o pessoal na sala de musculação, mas não alterou muito o nosso cronograma. Amanhã (quinta-feira) teremos mais um treinamento técnico e vamos nos preparar para esse jogo contra o Figueirense, que é de suma importância”, disse.

O preparador físico José Mário Campeiz, corrobora a idéia do colega, já que a transferência da atividade serve para preservar a integridade física dos atletas. Ele explicou quais seriam as dificuldades de se submeter os jogadores a um campo “pesado”, uma situação mais propícia a contusões e choques.

“As ações que os atletas fazem em campo são intensas, fortes e rápidas. Quando o piso está pesado, molhado, a exigência muscular do atleta é maior. Ele vai ter que tracionar mais, girar mais forte para poder se locomover em um campo escorregadio. Muitas vezes em uma dividida, não dá para frear, pode haver uma contusão. Além de exigir mais da musculatura do atleta, pode haver um choque que comprometa a integridade física”, concluiu.

Fonte:www.cruzeiro.com.br

2 comentários Eternos:

Carlão Azul disse...

Aê Magno, atualizou o blog....


Valeu cara, some não....

Abração.

Saudações Celestes

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ENTREM E SINTAM-SE A VONTADE

Carlão Azul disse...

Amigo Magno, tem presente pro seu Blog lá no Sou Cruzeirense, visite-nos.

Saudações Celestes


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